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 CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE

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Francisco Lisbôa (Chico).

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MensagemAssunto: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qui Maio 13, 2010 4:57 am

Pessoal,
Eu já estava pensando em escrever sobre esse tema há algum tempo, só hoje, tive a oportunidade para fazê-lo.
A SEGUIR, ESCREVI ALGUMAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS, PARA QUEM SE INTERESSAR EM CONHECER ESSE
FANTÁSTICO FENÔMENO DA NATUREZA E, MUITAS VEZES TENEBROSO.
Caso tenham qualquer dúvida, pertinente a este assunto, ou outro qualquer, na área da Engenharia Elétrica, coloco-me à disposição para responder o que acharem necessário. Será um prazer ajudá-los.
PEÇO A GENTILEZA DE LER ESTE TEXTO, ATÉ O FIM, ÊLE É MUITO IMPORTANTE PARA A SUA SEGURANÇA.
COMO ENGENHEIRO ELETRICISTA, SENTI-ME NA OBRIGAÇÃO DE ESCREVÊ-LO, POR ESTAR MUITO PREOCUPADO, DEVIDO À FALTA DE CONHECIMENTO, DE MUITOS, SOBRE ESSE TEMA.
JAMAIS, EM NENHUMA HIPÓTESE, mesmo usando qualquer tipo de vara, saia para pescar, se houver a possibilidade de "descargas atmosféricas" (raios).
Vejamos porque:
Um raio é uma descarga elétrica que se produz entre o contato de "nuvens de chuva" e a Terra. A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações
irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo.
Quando essa descarga ocorre entre nuvens é chamado de relâmpago. Ocorre também uma onda sonora, chamada de trovão.
Primeiramente, vamos
definir o que é um raio, para entendermos o perígo de pescar, no meio e
durante uma tempestade que tenha raios e relâmpagos.

Para que ocorra uma “descarga atmosférica”, é necessário que existam cargas elétricas, opostas, entre uma nuvem e o chão, ou entre nuvens. Quando isso acontece, a atração é muito forte, então temos uma enorme descarga elétrica.
Os raios são classificados em três tipos, de acordo com a sua origem, que podem, também, ser, incomumente, chamados de “descargas iônicas” ou “descargas atmosféricas”:
Os raios podem ocorrer:


  • Da nuvem para o solo.
  • Do solo para a nuvem.
  • Entre nuvens.
A descarga ocorre, exatamente, no momento em que as cargas elétricas (Quantidade
de íons, cátions ou ânions) atingem uma energia suficiente para “romper” a rigidez dielétrica (isolação) do ar, de forma explosiva, luminosa e violenta.
Esse fenômeno ainda não está, totalmente, esclarecido, havendo controvérsias sobre seu mecanismo de formação, mas se sabe que, na maioria das vezes, a descarga ocorre após uma grande concentração de cargas elétricas, que se pode até falar como sendo centros de concentração, e se processa em duas fases distintas:
Distribuição da ocorrência de descargas elétrica no planeta Terra:

  • Na primeira, libertam-se da nuvem, várias descargas menores a partir do ar ionizado, criando o um canal precursor da descarga: uma corrente iônica é tanto maior quanto mais se aproxima do solo, favorecendo assim o "trajeto" do raio em formação. O
    precursor do raio pode ser, predominantemente, ascendente (de baixo prá cima) ou descendente (de cima prá baixo), esse percurso depende da natureza dos íons que formam a nuvem iônica (ou *popularmente, a “nuvem carregada”). Quando acontecer um precursor aproximar-se do outro centro de cargas, este induzirá uma formação de um precursor oposto.


  • Quando o precursor completa o contato entre os centros de cargas, ocorre no sentido inverso ao longo daquele “trajeto”, uma corrente aniônica, ou catiônica, dependendo da carga. É esta segunda descarga que vemos e ouvimos, e que irá contribuir para equilibrar as cargas iônicas da nuvem e do solo. É muito comum acontecerem mais de uma descarga, através de um mesmo canal, pois o ar, nesse canal, encontra-se parcialmente ionizado. Estas descargas subseqüentes são, geralmente, mais fracas que a primeira descarga. É, portanto, mito dizer que “o raio não cai duas vezes no mesmo local”. Pode“cair” sim. Geralmente,as descargas atmosféricas verticais, normalmente predominam na frente de uma tempestade, tomando-se por base o sentido de seu deslocamento. Os raios horizontais (relâmpagos) formam-se na parte de trás, também levando-se em conta o sentido de deslocamento das massas de ar. Estas estão sempre presentes em qualquer trovoada, e aquecem o ar até temperaturas bastante
    elevadas. O diâmetro do canal de descarga é, estimado, entre 2 a 5 cm e é capaz de aquecer o ar em até 30.000 °C (trinta mil graus centígrados) em alguns milisegundos (0,001 segundos ou, 10-3s. O interessante é que, penas 1% da energia do raio é convertida em ruído (trovão) sendo o resto, libertado sob a forma de luz e calor.
A expansão explosiva dos gases atmosféricos (o trovão) causa o aquecimento do ar
ao longo da descarga eléctrica, resultando numa violenta onda de choque (ou de pressão), com duas componentes de compressão e rarefacção, que são interpretadas como "trovão".
Uma tempestade ou "trovoada" típica, produz, em média, três ou quatro descargas por minuto.
Que dimensões poderá ter um raio?
O raio é uma manifestação de plasma, cuja condutividade permite o “escoamento” da eletricidade entre os centros de carga.
Um raio, bem formado, pode conduzir correntes em torno de 10kA a 80kA, ou seja, de 10.000 ampère a 80.000 ampère (corrente suficiente para queimar tudo, por onde ela "passa").
Existem registros, raros, em torno de 250 kA ou seja, 250.000 ampère (Deus nos livre de estar perto), sendo que a tensão elétrica ("voltage") de um raio, pode chegar a cerca de 15 kV ou seja, 15.000 volts (tensão dessa magnitude, nenhuma vara de pescar, seja de que material for, consegue isolar).
A forma da corrente é unidirecional, com uma polaridade negativa, na maioria
das
ocorrências. A duração total da descarga atmosférica varia entre 0.1 a 1000 ms (milisegundos). Uma descarga atmosférica pode dissipar uma potência elétrica de até 100 MW (energia suficiente para acender cerca de 1.000.000 (um milhão) de lâmpadas de 100w (100 "velas"), instantaneamente, (ao mesmo tempo)).
Como são Formadas as descargas atmosféricas:
A etapa de acúmulo de cargas que alimentam a descarga é pouco conhecido e de difícil
medição, devido ao próprio fenômeno interferir, violentamente, em qualquer instrumento.
Mas o princípio básico é relativamente conhecido:
Na formação da nuvem, ocorrem ciclos de estado da água (sólido, líquido e gasoso), o gasoso, que sobe, até o topo da nuvem, passa para a forma de gelo (estado sólido, incluindo neve e granizo), caindo à superfície da Terra e voltando para o estado líquido. Neste ciclo, ocorre a troca de cargas entre as partículas de água, havendo desequilíbrio e concentrações. Notavelmente, observa-se um centro de cargas negativas, na parte inferior da nuvem, seguido por um centro de cargas positivas na parte central.
Em um limiar de concentração de cargas e, consequentemente, a concentração de campo
elétrico, ocorre o efeito de avalanche de Townsend, no qual as cargas elétricas são liberadas,
chocando-se com outras partículas, realizando um encadeamento do processo que irá ionizar o ar. Juntamente /com a avalanche, o meio é ionizado pela própria radiação que emite
(fenômeno da fotoionização), no qual alimentará a formação de núcleos que formarão o canal da descarga.
A ionização propaga-se em direção ao solo, essa propagação é denominada de precursor
descendente (a descarga será de cima prá baixo ou seja “o raio cai”)
.
Raramente ou eventualmente, as cargas elétricas do solo serão induzidas, no qual formarão um processo similar de ionização, chamado de precursor ascendente (a descarga será de baixo prá cima ou seja “o raio sobe”).
A formação do canal tem uma trajetória tortuosa, pois as suas formas são, extremamente,
aleatória (devidas a pequenas variações de partículas e cargas no ar), além de assumirem ramificações.
Eventualmente, os precursores ascendente e descendente se encontrarão, fechando,
portanto, um circuito elétrico entre nuvem e solo. É nesse instante que ocorre a fase mais intensa da descarga, no qual, o canal será violentamente aquecido, transformando-se em plasma, elevandodevido a isso, sua condutividade elétrica e possibilitando sustentar a
corrente elétrica.
Depois que ocorre a condução parcial da carga elétrica da nuvem, na forma de um impulso rápido, a corrente, conduzida pelo canal, é menos intensa, e é chamada de corrente de continuidade. Em seguida, o canal se resfriará, finalizando o primeiro impulso.
É comum, a ocorrência de novos impulsos pelo mesmo canal de descarga, após um intervalo da ordem de 10 ms (dez milisegundos), tempo menor que um piscar de olhos. A duração total da descarga, entre impulsos e intervalos, pode chegar a 1 s.
É interessante observar que, parte da energia dos raios é consumida na formação do ozônio, na qual 3 moléculas de oxigênio se unem para formar duas de ozônio.
(é por isso que, quando está "roncando" trovoada, sentimos o cheiro de
ozônio np ar). Basicamente, toda camada de ozônio existente, em volta do
nosso planeta, foi formada através da energia dos raios (plasma).
O que vem a ser o Trovão?
As ondas sonoras geradas pelo deslocamento das cargas elétricas, na atmosfera, são
denominadas
trovões. O trovão é consequência da rápida expansão do ar, devida ao aumento da temperatura do ar por onde o raio passa.
Como se forma o Trovão?
O trovão é uma onda de som provocada pelo aquecimento do canal principal, durante a
subida da descarga de retorno. Como consequência da alta variação da temperatura no canal, e a subseqüente variação da pressão ao seu redor, o ar aquecido se dilata, dando origem a duas ondas: a primeira é uma violenta onda de choque supersônica, que atinge velocidades várias vezes maiores que a velocidade do som, no ar, cujo som se propaga em uma frequência inaudível para o ouvido humano, nas proximidades do local da queda; a segunda, é uma onda sonora de grande intensidade, a distâncias maiores. É essa que dá orígem ao trovão audível.
Características de propagação:
Os meios de propagação dos trovões são o solo e o ar. A freqüência dessa onda sonora é
medida em Hertz (Hz) (a energia 9elétrica brasileira é tramsmitida, por decreto presidencial, em uma frequência de 60Hz (sessenta ciclos por segundo) e varia de acordo com esses eios de propagação, sendo maiores no solo. A velocidade do trovão também varia com o local onde se propaga. O trovão ocorre, sempre, depois do relâmpago, porque a velocidade da luz (velocidade da luz, aproximada, é = 299.792.458 m/s), no ar, é bem maior que a do som, propagando-se, também, no ar (velocidade do som no nível do mar, aproximada, é = 340,29 m/s).
Se nós ficarmos atentos, vamos verificar que, o que escutamos é a combinação de três
momentos da propagação da descarga no ar: primeiro, ouvimos um um estalo curto (um som agudo ensurdecedor) que é gerado pelo movimento da descarga de retorno no ar. Depois, um som intenso que dura mais que o primeiro estalo, que é o resultado da entrada ou saída da descarga no solo e, por último, a expansão de sons graves pela atmosfera ao redor do canal do relâmpago. Podemos ter uma percepção do som diferente, mas essa ordem em que ele se propaga é a mesma.
Logo, é muito perigoso ficar próximo ao local de queda de um relâmpago. A energia acústica ou energia sonora gasta para provocar esses estrondos é proporcional à freqüência do som. A maior parte dela, cerca de 2/3 do total, gera os trovões no solo e o restante (1/3) provoca som do trovão no ar. Mesmo assim, eles costumam ser bem iolentos, como podemos perceber. Por causa da freqüência, os trovões no ar são mais graves (como batidas de bumbo). Aqueles estalos característicos dos trovões, os sons bastante agudos, além de dependerem da nossa distância à fonte, se relacionam com as deformações do canal e de suas ramificações. Quanto mais ramificado for o canal, maior o número de estalos no trovão. Se alguém estiver próximo do relâmpago (a menos de 100 metros, por exemplo) o estalo será parecido a de uma chicotada.
Isso está associado a onda de choque que antecede a onda sonora.
Qual a Duração dos trovões?
A duração dos trovões é calculada, com base na diferença entre as distâncias do ponto
mais próximo e, do ponto mais afastado do canal do relâmpago, ao observador. Por causa
dessa variação de caminhos, o som chega aos nossos ouvidos em instantes diferentes. Em média, eles podem durar entre 5 e 20 segundos.
O que devemos fazer para nos protegermos de descargas atmosféricas?
O que vou relatar abaixo, é muito importante para a nossa segurança:
Devemos
PROCURAR, IMEDIATAMENTE, UM ABRIGO
, em caso indícios de tempestades. Devemos,
ainda, evitar ficarmos proximos à água (imaginem o risco enorme, se ficarmos sentados em nossos caiaques, dentro d’água, durante uma tempestade?). Nunca se deve ficar próximo de objetos altos, metálicos ou de baixa rigidez dielétrica ou de baixa isolação, como, por exemplo: árvores, postes, as NOSSAS VARAS DE PESCAR, E, NÃO IMPORTA DE QUE MATERIAL ELA SEJA FEITA) e, mesmo dentro de casa, não utilizar eletrodomésticos,telefones etc... Nunca falar, no telafone celular, ao ar livre, durante uma
tempestade. Se estivermos ao ar livre, o lugar mais seguro para ficar, em caso de raios. é dentro de um objeto metálico fechado (Gaiola de Faraday), como, por exemplo, um carro ou um avião (imaginem como ficamos, perigosamente, expostos sentado sobre um caiaque aberto?) na emergência, ficar sob uma ponte é um lugar, relativamente, seguro. Se
estivermos remando, no meio de um lago ou no meio de um rio ou no mar, ou pescando no barranco, sem nenhum abrigo perto, e formos surpreendidos, por uma tempestade, com raios e trovões, deveremos parar de remar, abaixar todas as varas e remo, deitar sobre o caiaque, REZAR E PEDIR PERDÃO A DEUS PELOS NOSSOS PECADOS PORQUE O PERIGO É EXTREMAMENTE GRANDE E, MUITAS VEZEA, FATAL.

CURIOSIDADES:
Qual a frequência de “quedas de raios” no Brasil?
O que vem a ser Índice CERÁUNICO?: A quantidade de raios, em uma determinada região, é dada pelo seu Índice Ceráunico, que determina o número de dias de tempestade por ano.“O Brasil é o país no qual, mais se registra o acontecimento de raios em todo o mundo. Por ano, cerca de 50 milhões de raios atingem o território brasileiro, estima o Elat (Grupo de /Eletricidade Atmosférica), do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
A incidência de raios no Brasil é o dobro da incidência nos Estados Unidos, por exemplo. Cada descarga representa um prejuízo de R$ 10 para o setor de energia. Ao todo, os raios causam um prejuízo de R$ 1 bilhão anual à economia do Brasil, apurou o Elat.
O setor elétrico é o que acumula mais perdas, com cerca de R$ 600 milhões por ano. Depois, seguem os serviços de telecomunicações, com prejuízo de cerca de R$100 milhões por ano. Também são atingidos os setores de seguro, eletroeletrônicos, construção civil, aviação, agricultura e até a pecuária. Os raios também foram responsáveis por 75 mortes no Brasil em 2008 – o recorde da década.

Segundo o Elat, de 2000 a 2009, 1.321 pessoas morreram, atingidas por raios no Brasil. O estudo aponta para a média de 132 mortes por ano. O Sudeste foi a região onde mais pessoas morreram (29%), seguido pelo Centro-Oeste (19%), Norte (18%), Nordeste (18%) e Sul (17%). A maior parte das mortes ocorre na zona rural (61%), contra 26% na zona urbana, 8% no litoral e 5% em rodovias.
Uma explicação para essa grande quantidade de raios deve-se ao tamanho do território, condições climáticas e a ausência de grandes elevações no seu relevo.
O aquecimento global pode levar ao aumento na incidência de raios. Nas estações quentes, a
incidência dos raios, também, aumenta.
A cidade brasileira que mais recebe descargas eletricas é Teresina, capital do Piauí (coitados dos nossos irmãos de lá) — chegando a ser a terceira cidade do mundo onde mais acontecem seqüências de descargas elétricas.
Por esta razão, a região recebe a curiosa denominação de "Chapada do Corisco".”

Fontes:
NBR 5419 Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
Tese: “System
Grounding and Ground Fault Protection of Low-Voltage Power Distribution
Systems”;
)(By: Francisco Lisbôa);
-McGraw-Hill Encyclopedia of Science and Technology. McGraw Hill, 1997: 74
-Berger, K., et al. "Parameters of Lightning Flashes", Electra, 80: 23-37, 1975.
-Uman, M. A. The Lightning Discharge, Dover, 2001
Estudo mostra que Brasil é campeão mundial em incidência de raios (HTML). JB Online.
1 de abril de 2009
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ademarcouto

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qui Maio 13, 2010 9:15 am

voto que se torne tópico permanente na seção de segurança.
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Paulo Lobianco

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qui Maio 13, 2010 10:58 am

Sai de baixo que o negócio é sério. Muito obrigado pelas informações Chico.
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Gustavo Peruko

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qui Maio 13, 2010 11:19 am

Excelente Chico!!!
Essa de raio do solo para a nuvem eu desconhecia totalmente scratch



Abraço!!!!
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Sergio Cabral

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qui Maio 13, 2010 1:41 pm

Tais vendo que situação nois tava? E tu disse que eu tava exagerando... cruzcredo!

paulo lobianco escreveu:
Sai de baixo que o negócio é sério. Muito obrigado pelas informações Chico.
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Fábio_RJ

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qui Maio 13, 2010 2:32 pm

Parabéns pelo tópico Chico!!

Muito esclarecedor e de extrema importância.. sem sombra de dúvidas.

Baita aula !!!

Uma curiosidade minha.. no mar por exemplo.. há algum estudo em relação a distância em que a energia se dissipa?.. ou seja, um raio que caia a 200.. 300m de um caiaque por exemplo, pode ser fatal?? scratch
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Francisco Lisbôa (Chico).

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Maio 17, 2010 12:17 am

Fábio_RJ escreveu:

Uma curiosidade minha.. no mar por exemplo.. há algum estudo em relação a distância em que a energia se dissipa?.. ou seja, um raio que caia a 200.. 300m de um caiaque por exemplo, pode ser fatal?? scratch

Caro Fábio, desculpe não ter lhe respondido antes. Eu lhe confesso, a sua pergunta passou-me despercebida.

Quando "cai" um raio, seja lá onde for, dá origem a um campo elétrico, muito forte, que se expande excentricamente ao ponto da "queda". A energia dissipada é muito grande. Certamente, quem se localiza a, mais ou menos 200m vai sentir um "senhor" choque da onda que se propaga em sua direção e ouvir uma tremenda explosão. É bem provável que a essa distância, o sujeito vai tomar um grande susto, que pode, até, derrubá-lo do caiaque ou morrer do coração.
A possibilidade dessa pessoa acidentar-se, gravemente, ou até, morrer será proporcional à distância dele, ao centro da onda. Não é necessário que o raio "caia" em cima dele não. A depender da energia dissipada, com uns 50m o cara poderá se "lascar" . Um grande abraço.
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Fábio_RJ

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Maio 17, 2010 9:22 pm

Grande Chico !!..

Pois é amigo.. depois da leitura desse tópico fiquei "encucado" com isso.... afinal a água é condutora de eletricidade.. e no mar sendo água salgada ainda.. já viu né rsrsrs scratch

Novamente parabéns pelo tópico !!.. inclusive já recomendei que meu filho o leia.. o moleque tá fazendo eletrotécnica. E aqui a meu ver tem uma bela aula de eletricidade!
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Wil

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Maio 17, 2010 10:55 pm

Lembro uma vez que cheguei no Joanes, tempo fechado, choviscando e alguns trovões distantes e encontrei o André no caiaque, pescando, com um guarda-chuva aberto. Foi meio estranho e bem engraçado, mas ele estava seco, e eu, molhado. Mas, quando os trovões começaram a se aproximar, nós recolhemos tudo e caimos fora do rio. Foi um pouco assustador!
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Francisco Lisbôa (Chico).

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Maio 17, 2010 11:28 pm

Wil, ainda bem que vocês "cairam fora". É o que todos devemos fazer. André estava o próprio pára-ráio, com o guarda chuva aberto. O que um inocente não faz... Cuidado porque Deus, nem sempre, "protege os inocentes".
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sergio ricardo

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Maio 17, 2010 11:40 pm

valeu, pela orientação, e a aula de física, parabéns. cont
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Roberto vargas

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Sex Maio 28, 2010 3:06 am

Otima aula What a Face esta fórum e um aprendizado só.... cheers valeuuuu
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Ricciardi

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Sab Jul 17, 2010 2:43 pm

Desculpe não sou engenheiro...mas eletressista nas horas vagas e formado em eletromecanica.....na minha aborrecencia eu pegava ondas (surfava)... já levei muito choque enquanto particava surf....isso que os raios e relâpagos aconteciam bem longe..( na minha concepção até uns 500mtros na agua é na mosca). sentia como se fosse um formigamento + arrepio duarnte uns 2 ou 3 segundos pelo corpo todo ....mas o barato era surfar na chuva....( eu nem sabia mas podia ter disfibrilado)...depois de umas caibras eu desisti.....DESISTA ...SAIA O MAIS RÁPIDO POSSIVEL... FICA DEITADO E REMA COMO JACARÉ ... Se fosse lenda não teria avisos gravados em varas de pescar...carbono+grafite e fibras são condutores de eletricidade SIM, e o pior é o cabo dos Remos (Alumínio com + sei lá o que...aluminio é um grande condutor de eletricidade.....e para quem não quer virar churrasco nem desafiar as Fúrias da mãe natureza, rapa fora.....quem ainda não ouviu falar de duas crianças que infelismente foram atingidas no Parque Villa Lobos em São Paulo. O tempo fechou derrepente e como estavam em área descampada ....foi cruel...atento amigos, na água não vamos fazer o papel do terra...se não fritar pela descarga elétrica...vai com certeza arrebentar todos os musculos do corpo....
PARABÉNS PELO TÓPICO... SÃO ESSES TIPOS DE INFORMAÇÕES QUE TEMOS QUE TER...INCLUSIVE SOBRE O TEMPO....QUEM NUNCA VIU UM SIMPLES TEMPESTADE ELÉTRICA AO ENTARDECER OU MESMO Á NOITE...UM SHOW DE LUZES PERIGOSO.
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Ricciardi

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Sab Jul 17, 2010 2:52 pm

A cada dia que passa aprrendo mais e mais e mais....Obrigado por dividir seus conhecimentos...
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Sergio Cabral

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qua Set 29, 2010 9:09 am

Sei bem o que é isso... esse tópico devia estar no hall dos tópicos fixos...
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Hélio Lacerda Botelho

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qui Nov 25, 2010 9:48 pm

Bela aula Chico.
CB também é cultura!
Parabéns.
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Gravano pescador

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Ter Dez 28, 2010 2:01 pm

Hélio Lacerda Botelho escreveu:
Bela aula Chico.
CB também é cultura!
Parabéns.
Concordo plenamente , são fundamentos de grande importância . Parabéns
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EwertonDias

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qua Dez 29, 2010 9:52 pm

Super Interessante.

Se conseguir sair da água e ficar em terra firme uns 50m da água e deitado é seguro? Masi? Menos?

Obrigado pela aula e pela resposta.
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Junior Oliveira

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qua Abr 06, 2011 3:07 pm

Muito bom essa matéria. Parabens.
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Douglas Coelho

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Ago 01, 2011 9:35 am

E AI FABIO TUDO BEM?
QUANTO A SUA DÚVIDA SOBRE A DISTANCIA QUE A ONDA E PROPAGAÇÃO PODE SER FATAL, EU FIZ CURSO TÉCNICO NA ÁREA, HÁ UMA FORMA DE CALCULAR MAS A FORMULA É UM POUCO COMPLEXA, MAS NESTE CASO O QUE POD OCASIONAR A MORTE É A ALTA TENSÃO, A TENSÃO É UMA DIFERENÇA DE POTENCIAL ELÉTRICO ENTRE DOIS PONTOS, QUNDO UM RAIO ATINGE UM PONTO ELE FORMA UMA ONDA DE PROPAGAÇÃO DESTA TENSÃO ATÉ OCORRER O ZERAMNETO DA TENSÃO, PORTANTO A DICA É SE POSSÍVEL SAIA DA ÁGUA IMEDIATAMENTE, UMA VEZ QUE A ÁGUA É UM CONDUTOR, PROCURE UM LOCAL BAIXO, LONGE DE ARVORES SE POSSÍVEL, E FIQUE ABAIXADO COM O PÉS ENCOSTADOS UM NO OUTRO, PORQUE DEVIDO A ONDA DE PROPAGAÇÃO SE VOCÊ ESTIVER COM OS PÉS AFASTADOS VOCÊ CORRE O RISCO DE TOMAR UMA DESCARGA DE ALGUMAS CENTENAS DE VOLTS, DEPENDENDO DA DIFERENÇA DE POTENCIAL DOS PONTOS EM QUE SEUS PÉS ESTÃO POSICIONADOS.
FICA AI A DICA!!!
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Fábio_RJ

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Ago 01, 2011 9:42 am

Douglas... gostei da dica dos pés!!
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GUSTAVO GOMES

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Out 10, 2011 8:23 pm

excelente matéria, parabens amigo e obrigado por compartilhar a informação!
Quando era adolescente, num final de tarde de verão, o tempo começou a ventar e surgiu nuvens, mas ainda tinha muito sol, ao passar com uns amigos por baixo de um poste de luz, "caiu um raio" no topo do poste, aquele clarão se misturou com um enorme estouro. NUnca esqueci esse susto, e desde que comecei a pescar com artificiais usando varas de carbono e carretilha tenho essa preocupação comigo, é como se estivesse segurando um pára-raios na pesca. Agora com caiaque então... to fora encarar uma chuvinha...to fora... não quero fazer parte das estatísticas não... tô fora...
valeu amigo, segurança em primeiro lugar sempre!!!
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sergiotoni

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Fev 27, 2012 9:09 am

Francisco Lisbôa (Chico). escreveu:
Pessoal,
Eu já estava pensando em escrever sobre esse tema há algum tempo, só hoje, tive a oportunidade para fazê-lo.
A SEGUIR, ESCREVI ALGUMAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS, PARA QUEM SE INTERESSAR EM CONHECER ESSE
FANTÁSTICO FENÔMENO DA NATUREZA E, MUITAS VEZES TENEBROSO.
Caso tenham qualquer dúvida, pertinente a este assunto, ou outro qualquer, na área da Engenharia Elétrica, coloco-me à disposição para responder o que acharem necessário. Será um prazer ajudá-los.
PEÇO A GENTILEZA DE LER ESTE TEXTO, ATÉ O FIM, ÊLE É MUITO IMPORTANTE PARA A SUA SEGURANÇA.
COMO ENGENHEIRO ELETRICISTA, SENTI-ME NA OBRIGAÇÃO DE ESCREVÊ-LO, POR ESTAR MUITO PREOCUPADO, DEVIDO À FALTA DE CONHECIMENTO, DE MUITOS, SOBRE ESSE TEMA.
JAMAIS, EM NENHUMA HIPÓTESE, mesmo usando qualquer tipo de vara, saia para pescar, se houver a possibilidade de "descargas atmosféricas" (raios).
Vejamos porque:
Um raio é uma descarga elétrica que se produz entre o contato de "nuvens de chuva" e a Terra. A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações
irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo.
Quando essa descarga ocorre entre nuvens é chamado de relâmpago. Ocorre também uma onda sonora, chamada de trovão.
Primeiramente, vamos
definir o que é um raio, para entendermos o perígo de pescar, no meio e
durante uma tempestade que tenha raios e relâmpagos.

Para que ocorra uma “descarga atmosférica”, é necessário que existam cargas elétricas, opostas, entre uma nuvem e o chão, ou entre nuvens. Quando isso acontece, a atração é muito forte, então temos uma enorme descarga elétrica.
Os raios são classificados em três tipos, de acordo com a sua origem, que podem, também, ser, incomumente, chamados de “descargas iônicas” ou “descargas atmosféricas”:
Os raios podem ocorrer:


  • Da nuvem para o solo.
  • Do solo para a nuvem.
  • Entre nuvens.
A descarga ocorre, exatamente, no momento em que as cargas elétricas (Quantidade
de íons, cátions ou ânions) atingem uma energia suficiente para “romper” a rigidez dielétrica (isolação) do ar, de forma explosiva, luminosa e violenta.
Esse fenômeno ainda não está, totalmente, esclarecido, havendo controvérsias sobre seu mecanismo de formação, mas se sabe que, na maioria das vezes, a descarga ocorre após uma grande concentração de cargas elétricas, que se pode até falar como sendo centros de concentração, e se processa em duas fases distintas:
Distribuição da ocorrência de descargas elétrica no planeta Terra:

  • Na primeira, libertam-se da nuvem, várias descargas menores a partir do ar ionizado, criando o um canal precursor da descarga: uma corrente iônica é tanto maior quanto mais se aproxima do solo, favorecendo assim o "trajeto" do raio em formação. O
    precursor do raio pode ser, predominantemente, ascendente (de baixo prá cima) ou descendente (de cima prá baixo), esse percurso depende da natureza dos íons que formam a nuvem iônica (ou *popularmente, a “nuvem carregada”). Quando acontecer um precursor aproximar-se do outro centro de cargas, este induzirá uma formação de um precursor oposto.


  • Quando o precursor completa o contato entre os centros de cargas, ocorre no sentido inverso ao longo daquele “trajeto”, uma corrente aniônica, ou catiônica, dependendo da carga. É esta segunda descarga que vemos e ouvimos, e que irá contribuir para equilibrar as cargas iônicas da nuvem e do solo. É muito comum acontecerem mais de uma descarga, através de um mesmo canal, pois o ar, nesse canal, encontra-se parcialmente ionizado. Estas descargas subseqüentes são, geralmente, mais fracas que a primeira descarga. É, portanto, mito dizer que “o raio não cai duas vezes no mesmo local”. Pode“cair” sim. Geralmente,as descargas atmosféricas verticais, normalmente predominam na frente de uma tempestade, tomando-se por base o sentido de seu deslocamento. Os raios horizontais (relâmpagos) formam-se na parte de trás, também levando-se em conta o sentido de deslocamento das massas de ar. Estas estão sempre presentes em qualquer trovoada, e aquecem o ar até temperaturas bastante
    elevadas. O diâmetro do canal de descarga é, estimado, entre 2 a 5 cm e é capaz de aquecer o ar em até 30.000 °C (trinta mil graus centígrados) em alguns milisegundos (0,001 segundos ou, 10-3s. O interessante é que, penas 1% da energia do raio é convertida em ruído (trovão) sendo o resto, libertado sob a forma de luz e calor.
A expansão explosiva dos gases atmosféricos (o trovão) causa o aquecimento do ar
ao longo da descarga eléctrica, resultando numa violenta onda de choque (ou de pressão), com duas componentes de compressão e rarefacção, que são interpretadas como "trovão".
Uma tempestade ou "trovoada" típica, produz, em média, três ou quatro descargas por minuto.
Que dimensões poderá ter um raio?
O raio é uma manifestação de plasma, cuja condutividade permite o “escoamento” da eletricidade entre os centros de carga.
Um raio, bem formado, pode conduzir correntes em torno de 10kA a 80kA, ou seja, de 10.000 ampère a 80.000 ampère (corrente suficiente para queimar tudo, por onde ela "passa").
Existem registros, raros, em torno de 250 kA ou seja, 250.000 ampère (Deus nos livre de estar perto), sendo que a tensão elétrica ("voltage") de um raio, pode chegar a cerca de 15 kV ou seja, 15.000 volts (tensão dessa magnitude, nenhuma vara de pescar, seja de que material for, consegue isolar).
A forma da corrente é unidirecional, com uma polaridade negativa, na maioria
das
ocorrências. A duração total da descarga atmosférica varia entre 0.1 a 1000 ms (milisegundos). Uma descarga atmosférica pode dissipar uma potência elétrica de até 100 MW (energia suficiente para acender cerca de 1.000.000 (um milhão) de lâmpadas de 100w (100 "velas"), instantaneamente, (ao mesmo tempo)).
Como são Formadas as descargas atmosféricas:
A etapa de acúmulo de cargas que alimentam a descarga é pouco conhecido e de difícil
medição, devido ao próprio fenômeno interferir, violentamente, em qualquer instrumento.
Mas o princípio básico é relativamente conhecido:
Na formação da nuvem, ocorrem ciclos de estado da água (sólido, líquido e gasoso), o gasoso, que sobe, até o topo da nuvem, passa para a forma de gelo (estado sólido, incluindo neve e granizo), caindo à superfície da Terra e voltando para o estado líquido. Neste ciclo, ocorre a troca de cargas entre as partículas de água, havendo desequilíbrio e concentrações. Notavelmente, observa-se um centro de cargas negativas, na parte inferior da nuvem, seguido por um centro de cargas positivas na parte central.
Em um limiar de concentração de cargas e, consequentemente, a concentração de campo
elétrico, ocorre o efeito de avalanche de Townsend, no qual as cargas elétricas são liberadas,
chocando-se com outras partículas, realizando um encadeamento do processo que irá ionizar o ar. Juntamente /com a avalanche, o meio é ionizado pela própria radiação que emite
(fenômeno da fotoionização), no qual alimentará a formação de núcleos que formarão o canal da descarga.
A ionização propaga-se em direção ao solo, essa propagação é denominada de precursor
descendente (a descarga será de cima prá baixo ou seja “o raio cai”)
.
Raramente ou eventualmente, as cargas elétricas do solo serão induzidas, no qual formarão um processo similar de ionização, chamado de precursor ascendente (a descarga será de baixo prá cima ou seja “o raio sobe”).
A formação do canal tem uma trajetória tortuosa, pois as suas formas são, extremamente,
aleatória (devidas a pequenas variações de partículas e cargas no ar), além de assumirem ramificações.
Eventualmente, os precursores ascendente e descendente se encontrarão, fechando,
portanto, um circuito elétrico entre nuvem e solo. É nesse instante que ocorre a fase mais intensa da descarga, no qual, o canal será violentamente aquecido, transformando-se em plasma, elevandodevido a isso, sua condutividade elétrica e possibilitando sustentar a
corrente elétrica.
Depois que ocorre a condução parcial da carga elétrica da nuvem, na forma de um impulso rápido, a corrente, conduzida pelo canal, é menos intensa, e é chamada de corrente de continuidade. Em seguida, o canal se resfriará, finalizando o primeiro impulso.
É comum, a ocorrência de novos impulsos pelo mesmo canal de descarga, após um intervalo da ordem de 10 ms (dez milisegundos), tempo menor que um piscar de olhos. A duração total da descarga, entre impulsos e intervalos, pode chegar a 1 s.
É interessante observar que, parte da energia dos raios é consumida na formação do ozônio, na qual 3 moléculas de oxigênio se unem para formar duas de ozônio.
(é por isso que, quando está "roncando" trovoada, sentimos o cheiro de
ozônio np ar). Basicamente, toda camada de ozônio existente, em volta do
nosso planeta, foi formada através da energia dos raios (plasma).
O que vem a ser o Trovão?
As ondas sonoras geradas pelo deslocamento das cargas elétricas, na atmosfera, são
denominadas
trovões. O trovão é consequência da rápida expansão do ar, devida ao aumento da temperatura do ar por onde o raio passa.
Como se forma o Trovão?
O trovão é uma onda de som provocada pelo aquecimento do canal principal, durante a
subida da descarga de retorno. Como consequência da alta variação da temperatura no canal, e a subseqüente variação da pressão ao seu redor, o ar aquecido se dilata, dando origem a duas ondas: a primeira é uma violenta onda de choque supersônica, que atinge velocidades várias vezes maiores que a velocidade do som, no ar, cujo som se propaga em uma frequência inaudível para o ouvido humano, nas proximidades do local da queda; a segunda, é uma onda sonora de grande intensidade, a distâncias maiores. É essa que dá orígem ao trovão audível.
Características de propagação:
Os meios de propagação dos trovões são o solo e o ar. A freqüência dessa onda sonora é
medida em Hertz (Hz) (a energia 9elétrica brasileira é tramsmitida, por decreto presidencial, em uma frequência de 60Hz (sessenta ciclos por segundo) e varia de acordo com esses eios de propagação, sendo maiores no solo. A velocidade do trovão também varia com o local onde se propaga. O trovão ocorre, sempre, depois do relâmpago, porque a velocidade da luz (velocidade da luz, aproximada, é = 299.792.458 m/s), no ar, é bem maior que a do som, propagando-se, também, no ar (velocidade do som no nível do mar, aproximada, é = 340,29 m/s).
Se nós ficarmos atentos, vamos verificar que, o que escutamos é a combinação de três
momentos da propagação da descarga no ar: primeiro, ouvimos um um estalo curto (um som agudo ensurdecedor) que é gerado pelo movimento da descarga de retorno no ar. Depois, um som intenso que dura mais que o primeiro estalo, que é o resultado da entrada ou saída da descarga no solo e, por último, a expansão de sons graves pela atmosfera ao redor do canal do relâmpago. Podemos ter uma percepção do som diferente, mas essa ordem em que ele se propaga é a mesma.
Logo, é muito perigoso ficar próximo ao local de queda de um relâmpago. A energia acústica ou energia sonora gasta para provocar esses estrondos é proporcional à freqüência do som. A maior parte dela, cerca de 2/3 do total, gera os trovões no solo e o restante (1/3) provoca som do trovão no ar. Mesmo assim, eles costumam ser bem iolentos, como podemos perceber. Por causa da freqüência, os trovões no ar são mais graves (como batidas de bumbo). Aqueles estalos característicos dos trovões, os sons bastante agudos, além de dependerem da nossa distância à fonte, se relacionam com as deformações do canal e de suas ramificações. Quanto mais ramificado for o canal, maior o número de estalos no trovão. Se alguém estiver próximo do relâmpago (a menos de 100 metros, por exemplo) o estalo será parecido a de uma chicotada.
Isso está associado a onda de choque que antecede a onda sonora.
Qual a Duração dos trovões?
A duração dos trovões é calculada, com base na diferença entre as distâncias do ponto
mais próximo e, do ponto mais afastado do canal do relâmpago, ao observador. Por causa
dessa variação de caminhos, o som chega aos nossos ouvidos em instantes diferentes. Em média, eles podem durar entre 5 e 20 segundos.
O que devemos fazer para nos protegermos de descargas atmosféricas?
O que vou relatar abaixo, é muito importante para a nossa segurança:
Devemos
PROCURAR, IMEDIATAMENTE, UM ABRIGO
, em caso indícios de tempestades. Devemos,
ainda, evitar ficarmos proximos à água (imaginem o risco enorme, se ficarmos sentados em nossos caiaques, dentro d’água, durante uma tempestade?). Nunca se deve ficar próximo de objetos altos, metálicos ou de baixa rigidez dielétrica ou de baixa isolação, como, por exemplo: árvores, postes, as NOSSAS VARAS DE PESCAR, E, NÃO IMPORTA DE QUE MATERIAL ELA SEJA FEITA) e, mesmo dentro de casa, não utilizar eletrodomésticos,telefones etc... Nunca falar, no telafone celular, ao ar livre, durante uma
tempestade. Se estivermos ao ar livre, o lugar mais seguro para ficar, em caso de raios. é dentro de um objeto metálico fechado (Gaiola de Faraday), como, por exemplo, um carro ou um avião (imaginem como ficamos, perigosamente, expostos sentado sobre um caiaque aberto?) na emergência, ficar sob uma ponte é um lugar, relativamente, seguro. Se
estivermos remando, no meio de um lago ou no meio de um rio ou no mar, ou pescando no barranco, sem nenhum abrigo perto, e formos surpreendidos, por uma tempestade, com raios e trovões, deveremos parar de remar, abaixar todas as varas e remo, deitar sobre o caiaque, REZAR E PEDIR PERDÃO A DEUS PELOS NOSSOS PECADOS PORQUE O PERIGO É EXTREMAMENTE GRANDE E, MUITAS VEZEA, FATAL.

CURIOSIDADES:
Qual a frequência de “quedas de raios” no Brasil?
O que vem a ser Índice CERÁUNICO?: A quantidade de raios, em uma determinada região, é dada pelo seu Índice Ceráunico, que determina o número de dias de tempestade por ano.“O Brasil é o país no qual, mais se registra o acontecimento de raios em todo o mundo. Por ano, cerca de 50 milhões de raios atingem o território brasileiro, estima o Elat (Grupo de /Eletricidade Atmosférica), do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
A incidência de raios no Brasil é o dobro da incidência nos Estados Unidos, por exemplo. Cada descarga representa um prejuízo de R$ 10 para o setor de energia. Ao todo, os raios causam um prejuízo de R$ 1 bilhão anual à economia do Brasil, apurou o Elat.
O setor elétrico é o que acumula mais perdas, com cerca de R$ 600 milhões por ano. Depois, seguem os serviços de telecomunicações, com prejuízo de cerca de R$100 milhões por ano. Também são atingidos os setores de seguro, eletroeletrônicos, construção civil, aviação, agricultura e até a pecuária. Os raios também foram responsáveis por 75 mortes no Brasil em 2008 – o recorde da década.

Segundo o Elat, de 2000 a 2009, 1.321 pessoas morreram, atingidas por raios no Brasil. O estudo aponta para a média de 132 mortes por ano. O Sudeste foi a região onde mais pessoas morreram (29%), seguido pelo Centro-Oeste (19%), Norte (18%), Nordeste (18%) e Sul (17%). A maior parte das mortes ocorre na zona rural (61%), contra 26% na zona urbana, 8% no litoral e 5% em rodovias.
Uma explicação para essa grande quantidade de raios deve-se ao tamanho do território, condições climáticas e a ausência de grandes elevações no seu relevo.
O aquecimento global pode levar ao aumento na incidência de raios. Nas estações quentes, a
incidência dos raios, também, aumenta.
A cidade brasileira que mais recebe descargas eletricas é Teresina, capital do Piauí (coitados dos nossos irmãos de lá) — chegando a ser a terceira cidade do mundo onde mais acontecem seqüências de descargas elétricas.
Por esta razão, a região recebe a curiosa denominação de "Chapada do Corisco".”

Fontes:
NBR 5419 Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
Tese: “System
Grounding and Ground Fault Protection of Low-Voltage Power Distribution
Systems”;
)(By: Francisco Lisbôa);
-McGraw-Hill Encyclopedia of Science and Technology. McGraw Hill, 1997: 74
-Berger, K., et al. "Parameters of Lightning Flashes", Electra, 80: 23-37, 1975.
-Uman, M. A. The Lightning Discharge, Dover, 2001
Estudo mostra que Brasil é campeão mundial em incidência de raios (HTML). JB Online.
1 de abril de 2009
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sergiotoni

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Seg Fev 27, 2012 9:13 am

Bom dia!
Muito boa a explicação......
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Boger

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Ter Ago 14, 2012 4:22 pm

Se chover enterrem as minhoca e vão outro dia!!!
auehauehaueh
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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qua Set 05, 2012 7:32 pm

Já passei por tempestades meu amigo não queira estar neste dia, ainda mais eu que detesto temporal, o jeito é procurar um lugar seguro e pescar outro dia.
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diegokoepsel

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qua Set 05, 2012 8:13 pm

Tópico de grande importância.... depois da leitura a coragem diminui e o respeito aumenta... Neutral
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Thiagocabello

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Qua Out 31, 2012 12:13 pm

Muito bom, só é uma pena não termos oque fazer a não ser pedir perdão pelos pecados. kkkk
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cicero junior

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Dom Nov 18, 2012 11:56 pm

Ótima explicação! Mas não tenho esse problema, em Fortaleza-Ce chuva é especie em extinção!!! kkkkkk
sunny
Somos a terra do sol!!! sunny

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MensagemAssunto: Re: CONHEÇA O QUE É PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA E OS PERIGOS DE PESCAR, DURANTE UMA TEMPESTADE   Sex Jan 11, 2013 9:28 pm

ai pessoal eu adorava pescar bagres depois da chuva, mesmo com relampagos, to comprando um caiaque e com ideias de pescar no mar. MAIS como marinheiro de primeira viagem to me informando o maximo possivel.

Valeu a dica.
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